Sob o comando de Gabriel Galípolo e sua diretoria, o Brasil alcançou um dos maiores patamares de juros dos últimos 20 anos.
O discurso oficial insiste na chamada responsabilidade técnica. A realidade, porém, revela outro cenário: famílias cada vez mais endividadas, empresas paralisadas e um consumo sufocado.
O Banco Central aparenta conforto com juros elevados por tempo indefinido. Falta clareza na comunicação, falta uma estratégia concreta de saída e sobra insensibilidade diante do impacto social.
As decisões seguem frias, distantes da vida real de quem paga a conta.
Juro alto não penaliza banqueiro. Penaliza o pequeno empresário, o trabalhador e quem depende de crédito para sobreviver.
Na prática, a gestão Galípolo converteu o Banco Central em um instrumento de aperto permanente, onde o rigor técnico ignora as consequências humanas.
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por @charlescosta_oficial Jornalista