Mais de 1.000 detentos não retornaram ao sistema prisional após a saída temporária, segundo dados divulgados por autoridades de segurança. Do total, cerca de 650 teriam ligação com o Comando Vermelho, facção com atuação nacional.
As informações indicam que parte dos foragidos é classificada como narcotraficantes de alta periculosidade, com histórico de envolvimento em crimes como tráfico de drogas, homicídios e domínio territorial.
A ausência de retorno reacendeu o debate sobre o modelo da saidinha e os critérios de concessão do benefício, especialmente para presos vinculados a organizações criminosas.
Órgãos de segurança afirmam que operações de recaptura foram intensificadas e que os casos estão sendo apurados individualmente para responsabilização penal dos foragidos.
Via: @ch7brasil Jornalismo
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