A matemática é simples, e a realidade confirma. Quando o governo aumenta a carga de impostos sobre quem produz, investe ou possui patrimônio, o custo não desaparece. Ele é repassado.
O empresário reajusta preços. O investidor recalcula riscos. O proprietário repensa contratos. No fim da cadeia, quem paga é sempre o mesmo: o consumidor comum.
O exemplo mais claro está no aluguel.
Com mais impostos, mais insegurança jurídica e menos estímulo ao investimento, o custo de manter um imóvel sobe. E o aluguel acompanha. Em 2026, morar ficará mais caro, não por ganância, mas por lógica econômica.
Não existe imposto neutro.
Toda carga encontra um destino. E quase sempre esse destino é o bolso de quem tem menos margem para reagir.
Quando a política ignora a realidade econômica, o discurso pode até soar justo, mas o efeito é cruel. O pobre não aparece na propaganda, mas sente no orçamento.
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por @charlescosta_oficial Jornalista