Enquanto Lula propõe negociações e troca de favores, os Estados Unidos adotam uma postura dura e ameaçam penalizar até mesmo seus aliados mais próximos. Empresários, amigos, familiares e mulheres ligadas ao presidente brasileiro estão na mira de possíveis sanções e restrições.
O senador Marco Rubio, aliado de Trump e possível chefe da diplomacia americana, acusa Lula de “encobrir crimes do narco-regime de Maduro” e restringir a liberdade de expressão, especialmente após o bloqueio do app X, de Elon Musk, no Brasil (UOL).
No plano estratégico, o Project 2025 prevê uma política de “máxima pressão” para isolar governos de esquerda na América Latina, incluindo o Brasil, que pode sofrer sanções econômicas e políticas severas se não se alinhar aos interesses dos EUA (Financial Times, Le Monde).
Trump já elevou tarifas a 50% sobre produtos brasileiros, enquanto a CIA monitora o Brasil preocupado com seu fortalecimento junto a China, Rússia e Irã, especialmente pelo papel crescente no BRICS (Reuters).

A ameaça é clara: os EUA não querem só isolar Lula, mas também seus círculos próximos, numa estratégia para pressionar e enfraquecer o governo brasileiro.