Um economista afirmou que o Brasil corre o risco de aprofundar um modelo de assistencialismo sem controle, no qual recursos seriam transferidos de quem produz para quem não produz, sem contrapartidas que estimulem crescimento econômico.
Segundo a avaliação, a expansão de programas de transferência de renda, sem medidas paralelas de aumento de produtividade, geração de empregos e equilíbrio fiscal, pode comprometer a sustentabilidade das contas públicas e desestimular o setor produtivo.
O alerta destaca que políticas sociais são necessárias, mas precisam estar integradas a estratégias de desenvolvimento econômico, evitando distorções que ampliem a dependência do Estado e reduzam a base de arrecadação.
A análise ocorre em meio ao debate sobre gastos públicos, política fiscal e os limites do modelo assistencial adotado pelo governo.
Via: @ch7brasil Jornalismo
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